terça-feira, 23 de outubro de 2007

Mudando paradigmas profissionais

Cada dia mais percebemos que os modelos de ensino formal precisam ser adaptados e repensados para fazer frente as mudanças estão ocorrendo no mundo. A mudança sempre foi uma característica dos tempos, mas nunca a mudança se deu de maneira tão rápida como nos últimos 10 anos.

Daqui a 10 anos o mercado vai demandar profissionais para carreiras que ainda não existem hoje. Ou seja, nossas escolas e universidades não estão formando pessoas para estas profissões. Já existe algum curso de programação para iPhone, o para o novo iQualquerCoisa que a Apple ainda vai inventar?

Além disso, outro aspecto que tende a cair em desuso é o próprio vestibular. Será que em 10 anos será este o modelo de avaliação das instituições de ensino? Provavelmente não. A formação então, não deverá preocupar-se tanto com uma abordagem "conteúdista", mas principalmente com a formação humana e pessoal, buscando criar e desenvolver as habilidades e valores que farão os profissionais desta nova geração terem sucesso.

Todo este discurso aí de cima para ilustrar o trabalho que faz um colega meu, o Adalberto da Pieve. Ele trabalha para uma empresa que, entre outras coisas, ajuda as empresas a vender anúncios. O trabalho dele? Entre outras coisas, escrever campanhas para o Google Ads!

Google Ads são aqueles pequenos anúncios de texto que aparecem ao lado de algumas buscas que você faz no Google. São anúncios contextualizados com o que você está procurando: se você coloca na busca a palavra livros, por exemplo, os anúncios óbvios são o de livrarias.

Pode parecer simples, mas escrever um anúncio do Google precisa de uma estratégia! Precisa de Marketing! Precisa se diferenciar dos outros! Se a mensagem comunica corretamente o que se vende, de uma forma atrativa e leva o cliente para a página certa, tem muito mais resultados que um anúncio não planejado.

Por exemplo, para anunciar flores, qual dos dois abaixo parece mais interessante?


Então, usando as palavras certas, um pouco de marketing e planejamento, os resultados podem ser muito melhores.

Agora, de que tipo de profissional estamos falando? Estamos falando de um profissional de tecnologia, antenado com as tendências da Web 2.0? Um publicitário experimentando novas mídias? Um gerente de marketing que sabe como aumentar o seu negócio através de campanhas? A própósito, o Adalberto é formado em música!

domingo, 9 de setembro de 2007

Mude o mundo ou vá para casa!

Eu tenho acompanhado o trabalho da Microsoft faz alguns anos. Acho que inicialmente, para mim, a Microsoft era uma empresa inovadora e desafiante. conseguia desenvolver os programas que funcionavam no meu velho 386. O mundo foi mudando e a Microsoft conseguiu uma liderança inigualável com o seu Windows. Com o market-share totalmente estabelecido e o caixa lá em cima, a empresa estacionou. Até mesmo a mesmice era a mesma mesmice de sempre. Pouca inovação. Pouca inspiração. Pouca Paixão.

O próprio dono da Microsoft, Bill Gates, escreveu um artigo publicado no jornal The Washington Post que ressalta a importância da inovação, do reinventar-se: “Por séculos, as pessoas acreditaram que o crescimento econômico resultasse de uma interação entre capital e trabalho. Hoje sabemos que esses elementos foram superados por um único fator crítico: inovação”, disse Gates.

Então, como despertar inovação em sua equipe de mais de 70 mil funcionários espalhados pelo mundo todo? Através de pequenas e simples ações! Microsoft: change the world or go home! é uma destas iniciativas.

O monstrinho azul tem sido espalhado pelos mais diversos cantos da Microsoft, a partir da experiência da Microsoft UK, e possui vários níveis de interpretação, dependendo de quem comunica ou recebe a comunicação. Segundo o autor:

"- Microsoft dizendo aos seus potenciais clientes para mudar o mundo ou ir pra casa;
- Microsoft dizendo aos seus funcionários para mudar o mundo ou ir pra casa;
- Funcionários da Microsoft dizendo aos seus colegas para mudar o mundo ou ir pra casa;
- Todos dizendo para a Microsoft mudar o mundo ou ir pra casa;
- Todos dizendo para os seus colegas mudar o mundo ou ir pra casa;
- E assim por diante!

A Microsoft tem setenta mil empregados, uma grande parte deles bem determinados a mudar o mundo, e algumas vezes, conseguindo. E milhões de clientes com a mesma idéia. Basicamente, a Microsoft está no negócio de mudar o mundo. Se eles perderem essa, devem todos irem mesmo pra casa".

O Steve Clayton, da Microsoft UK, explica um pouco mais sobre isso no YouTube. Eu acredito que grandes mudanças acontecem com pequenos passos. Quando descobrimos novas maneiras de fazer as coisas. Quando descobrimos coisas novas para fazer, quando fazemos nós mesmos de maneira diferente, estamos mudando nosso mundo, e daí em diante. Seja na Microsoft, no nosso trabalho ou ainda na nossa vida pessoal, esta frase faz todo o sentido: Mude o mundo ou vá pra casa!

Escravos de Jó...

Estava lendo o Scobleizer, do Robert Scoble, quando me deparei com uma informação curiosa: A Microsoft está fornecendo acesso wi-fi nos ônibus de seus funcionários. Eu e o Scoble pensamos a mesma coisa: Já vi isso em algum lugar, e acho que foi na Google... Na continuação, a Microsoft está lançando também no dia 26 de setembro o Windows Live Search 2.0, com várias melhorias...

Quando olhamos para a Google (a empresa) vamos observando uma direção da empresa: um número cada vez maior de aplicações online, das mais diversas. Eu acho qie já comentei algumas vezes, eu mesmo uso um monte de ferramentas do Google - como diz o meu amigo Adriano, "se alguém desligar o Google da tomada, ferrou!" Recentemente, estamos escutando os boatos do GPhone, o telefone do Google. Tudo indica que a Google será a empresa dos sistemas de rede, ou dos "sistemas operacionais" os quais usaremos.

Há um movimento meio esquisito no mercado, tal como "escravos de jó":
  • A Microsoft, rainha dos sistemas operacionais e aplicativos de escritório) quer ser uma empresa como o Google (liderar em serviços na web, tal com os serviços Live);
  • O Google, quer ser o rei do "sistema operacional" da web, um complexo de aplicações e sistemas que rodam integrados, além das iniciativas possíveis em mobile, algo parecido com o que a Microsoft é hoje...
Como sempre, desenvolver iniciativas inovadoras (ao invés de ficar correndo um atrás do rabo de outro) são a melhor estratégia: Por exemplo, a Microsoft está lançando uma ferramenta chamada Windows Live Writer, um pequeno editor offline para blogs. Ponto pra ela.

Em tempo: a Apple, quer ser cada vez mais a Apple: lançando produtos inovadores, cada vez mais desejados no mercado, com o por exemplo o novo iPod touch.

sábado, 21 de julho de 2007

OpenId - entrando pela porta da frente

A iniciativa do OpenId ainda não é muito conhecida no Brasil, mas tem tudo para chegar aqui rapidinho e para se tornar um padrão.

Basicamente, o OpenId é um sistema de identidade/autenticação distribuída que vem de carona na onda das aplicações web 2.0, para resolver um problema antigo, que você certamente também tem. Vou explicar:

Cada vez mais estamos usando diversos sistemas e aplicativos na web. Eu por exemplo, uso um montão deles, a grande maioria do Google (nos quais eu faço meu login usando a minha Google Account). Um outra parcela deles, são serviços de diversas empresas, e pra cada um tenho um tipo de login e senha diferente.

No caso dos sites do Google, é bacana, por que todos eles usam uma só autenticação, a Google Account. Assim, posso entrar no Orkut, no meu Gmail e também no Google Reader sem maiores problemas. Mas... e nos outros sites?

Uns sites pedem o e-mail, e outros pedem um username. Alguns pedem ambos, e no quesito senha, uns pedem senhas de no mínimo 8 caracteres, e outros nos obrigam a usar letras e números. O resultado é uma imensa combinação de possibilidades de login e senhas que fica impossível decorar. Na maioria delas, acabo deixando gravada no meu Firefox, por simples conveniência, mas mesmo assim, quando preciso acessar o site de uma outra máquina, preciso puxar da memória qual será a danada da senha.

Com o uso do OpenId, eu escolho um servidor que será a parte que saberá a minha senha. Quando for me autenticar num site, eu coloco o meu endereço da minha OpenId (que é uma url, como por exemplo seunome.myopenid.com ) e autentico no meu provedor de OpenId (no caso www.myopenid.com ). Então o site original confia no provedor da minha OpenId para dizer se eu sou eu mesmo e para pegar também alguns dados básicos sobre mim.

Em termos práticos, seria o seguinte: É como se eu fosse numa festa numa cidade que eu nunca fui antes. Só que o porteiro desta festa já me conhece, então me deixa entrar direto. Quem ele não conhece, precisa se identificar pra ele, entenderam?

A quantidade de aplicações que já usam OpenId é bastante grande e as mais interessantes estão listadas aqui. Com o uso do OpenId, além de não precisar ficar lembrando mais de um monte de senhas e login names, sou capaz de trocar a senha de todos eles de uma só vez (lá no próprio servidor de OpenId).

Para quem quiser saber mais, veja uma série de apresentações sobre o tema ou acompanhe meus bookmarks sobre o assunto.

sexta-feira, 29 de junho de 2007

Enfim, uma rede social que faz sentido!

De tempos em tempos, eu recebo convites diversos para participar das "redes sociais", ou seja, sites no estilo do Orkut. A idéia por trás destes sistemas é conectar pessoas e permitir que cada um compartilhe informações sobre si mesma para seus amigos e amigos de seus amigos.

Eu já escrevi alguns artigos sobre os aspectos gerais do Orkut, em particular com relação a sua privacidade. Tem gente que coloca a vida inteira lá (só falta colocar agência, conta e senha bancária) e acha que ninguém está vendo. Bom ou ruim, o Orkut é hoje o site mais acessado no Brasil, acima de qualquer portal. Basta ir num McDonalds perto da sua casa que você verá as pessoas acessando Orkut naqueles computadores.

Se eu já achava que o próprio Orkut não fazia sentido (ok, vá lá, pode fazer algum sentido), qual seria o sentido de criarem mais e mais redes sociais como andam fazendo por ai? Eu já recebi convites para participar de tantar redes que eu nem me lembro mais de todas... Foi um tal de Gazzag, depois um tal de Multiply, hi5, e também recentemente recebo mensagens de que someone has tagged you :) ! Tem até sites onde você mesmo cria a sua rede social!!!

Então, se estas redes fazem algum sentido, deve ser pela quantidade de pessoas que elas tem, e nesse pontos nada supera o Orkut mesmo. Lembrem que nem mesmo o Uol com sua versão brazuca do Orkut com argumentos como "não dá erro", "não é lento" mudaram as pessoal de lugar. Isso em tempos em que o Orkut dava erro direto e era lento igual tartaruga...

Nas minhas navegações encontrei uma rede social que tem tudo para fazer sentido e dar muito certo aqui no Brasil. Trata-se do Geni.com - Everyone´s Related - a ferramenta é bastante simples e permite que você crie a árvore genealógica da sua família graficamente. Basta colocar uma pessoa e dizer de quem ela é filha e daí ir construindo a árvore. Se esta pessoa tiver e-mail, por exemplo, você adiciona o e-mail dela e ela mesma vai poder sair complementando esta árvore e assim o trabalho todo não fica com você.

Muitos de nós aqui no Brasil tem família ou parentes fora do país (não só pela origem, mas as vezes por alguém que debandou pra outras terras). Devo dizer que para mim que tenho mais de 40 primos diretos (a grande maioria fora do Brasil) esta ferramenta tem sido bastante útil.

terça-feira, 19 de junho de 2007

Novo consumidor

Na sequência do vídeo do Rafinha, e na mesma linha, o vídeo abaixo apresenta o comportamento do que seria o novo consumidor. Na verdade, acho que o vídeo tem fantasia demais, mas em resumo é válido.



Acredito, no entanto, que talvez o consumidor não tenha mudado realmente. A tecnologia pode ter oferecido a ele novas maneiras de potencializar os hábitos de sempre, tal com o boca a boca sobre um determinado produto, ou ainda, a capacidade de trocar de canal (optar pelo que se quer) na TV.

Via Fábio Seixas, versão txt.

quarta-feira, 6 de junho de 2007

Como criar conteúdo para a Web (Parte 2/2)

O artigo abaixo é seqüência do artigo "Como criar conteúdo para a Web" publicado neste mesmo blog. Nesta parte vamos fazer algumas considerações sobre o aspecto formal, ou seja que coisas fazer ou não na hora de inserir conteúdo na web.

Considerações sobre a forma

Houve um tempo em que as máquinas de escrever só tinham uma fonte e a única variação possível além dos maiúsculas e minúsculas era o sublinhado (que normalmente era aplicado ao documento passando novamente pela mesma área e teclando o caracter correspondente. Conforme as máquinas foram evoluindo, apareceram recursos como o itálico, o negrito (que antes também era possível, bastava dar uma paulada mais forte nas teclas que precisavam dele), e em seguida, as máquinas começaram a suportar o uso de fontes diferentes e tamanhos diferentes também. Entretanto, mesmo neste universo de possibilidades, todas elas eram limitadas ao bom senso do fabricante, que não deixava de colocar, por exemplo, fonte incoerentes entre si.

Quando vieram os computadores e os processadores de texto, com novos e poderosos recursos, começou a "festa". Cada vez se usavam mais e mais recursos no texto até que chegássemos a um bom senso que não é necessário usar mais de 2 ou 3 tipos de fonte num documento para deixarmos clara a nossa mensagem.

Na web, no entanto, além de termos praticamente as mesmas possibilidades que um usuário tem no papel, temos ainda possibilidades interessantes de multimídia, como animações, cores e sons. E como se trata de uma mídia diferente do papel, devemos ter então uma maneira de colocar as coisas também de maneira diferente. Mas é justamente aí que o caos se instaurou.

Antes de mais nada, visite o World Worst Web, um site que mostra uma dezena de erros comuns quando as pessoas fazem um site web. Este é um exemplo de um dos principais erros das pessoas que montam seu site ou colocam conteúdo na web. Elas são orientadas a recursos versus conteúdo. Elas acreditam, errôneamente, que quanto mais recursos o site tiver (leia-se por recursos: animações inúteis, flash usado desnecessariamente, calendários, previsão do tempo, chat, etc,etc) mais visitação terá. Mas a realidade é ao contrário, como já dito: o conteúdo é rei e reina soberano neste mundo da web.

Fontes (o carnaval dos tipos, cores e tamanhos)

Uma das preocupações que você deve ter são as fontes do seu texto. Em geral, todo o sistema de publicação de textos na web já trata estes aspectos para você. Por exemplo, neste blog, já estão definidas as fontes que os títulos das matérias irão aparecer e também as fontes para o corpo do texto. Estas fontes são definidas por um designer que já previamente pensou isso para nós. Cabe a nós, então, apenas escrever o texto.

Mas, a tentação é grande, eu sei. Basta ver uma barrinha de formatação de fontes e de tamanho que nós começamos a fazer as maiores barbaridades nos textos. E quando existem as opções de cores, então? É aí mesmo que o carnaval começa. Mas siga o meu conselho: resista a tentação e use somente negrito e itálico para grifar as partes importantes do seu conteúdo na web.

Um outro detalhes diz respeito a textos copiados da internet ou ainda, pior, do Microsoft Word. Por alguma razão desconhecida, o Word insere no seu conteúdo códigos de formatação obtusos que acabam comprometendo o layout pré-definido do site.

Caso seja necessário utilizar de textos destas origens, a recomendação é usar algum programa para limpar estes códigos de formatação, ou ainda, na falta deles, colar o texto primeiro no Bloco de Notas (Notepad) e em seguida colar na ferramenta de edição de textos web. Inclusive, este tipo de situação leva a outra mais interessante ainda: pode ser que o texto com estas formatações do Word ou do Internet Explorer apareçam bem quando vistas pelo próprio Internet Explorer, mas podem parecer totalmente obtusas se o seu usuário estiver usando um outro navegador, tal como o Mozilla Firefox.

Tamanho de parágrafos

Pode não parecer tão obvio, mas muita gente esquece de usar os parágrafos, criando textos de um parágrafo só ou ainda textos com parágrafos muito longos. É importante evitar este tipo de erro para não criar um material demasiadamente cansativo para o seu leitor.

Observações gerais

  • Faça uso de links em seu texto, tomando o cuidado de não deixar o visitante meio que sem saber pra onde ele está indo. Quando possível, configure para que o link abra em uma nova janela.
  • Se o texto for muito grande, faça o seguinte: divida-o em tópicos. Fica muito mais fácil a leitura e agradável. Seja claro e objetivo no que for escrever. Evite repetições, pleonasmos e etc..
  • Uma coisa que deve ser evitada são algumas expressões da internet como Qq, tc, vc. Muito cuidado na hora de usarem essas expressões. Apesar de seu uso ser comum na internet, elas não ficam bem no seu site. Evite também o uso de gírias.

Considerações sobre o uso de imagens

As imagens servem para identificar e distinguir elementos na página. Em todo o site existem dois tipos de imagens:

  • as imagens que fazem parte do conteúdo – ou seja, que estão associadas a uma página ou matéria especifica;
  • as imagens que fazem parte do layout – ou seja, as imagens que foram colocadas compondo o site como um todo;

Nos dois tipos de imagem, algumas considerações são importantes:
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Como usar corretamente as imagens

É sempre interessante usar recursos visuais (nada piscando, por favor) associados ao seu texto. As imagens colaboram com a percepção da sua idéia ou na apresentação do seu produto. Neste caso, precisamos levar em conta algumas coisas:

  • Tamanho das imagens – Sempre procure redimensionar as imagens usadas no seu site. Imagens grandes ficam inacessíveis através de conexão discada e também demonstram amadorismo na edição do conteúdo do seu site. Não tente colocar imagens do tamanho de um papel de parede num ícone ou numa imagem de índice, por exemplo. Uma boa dica de software simples e gratuito para editar imagens é o IrfanView – www.irfanview.com (disponível em vários idiomas);
  • Peso das imagens – Um tamanho de arquivo (peso) adequado para imagens na internet é de 15 a 25k – para conseguir imagens deste tamanho é necessário que um profissional use os filtros de compressão e redução corretos, obtendo o resultado desejado sem perder a qualidade;
  • Qualidade das imagens – As imagens originais devem permitir reduções. Se elas já forem pequenas demais, como poderão ser reduzidas? Além disso, imagens de má qualidade, fotografias amadoras, depõe contra a sua empresa. As imagens que estão na internet normalmente possuem baixa qualidade. Nós recomendamos que você procure fotos nos sites de fotos profissionais como por exemplo o GettyImages – www.gettyimages.com ou no semi-profissional Fotolia – www.fotolia.com – este último fornece fotos para internet a partir de USD 1,00.
  • Direitos – A maioria das imagens usadas na internet possuem direitos. Não é uma boa dica, então, sair usando imagens não licenciadas. Procure nos sites indicados, licencie corretamente as suas imagens e evite problemas posteriores.

Quando não usar imagens no seu conteúdo

Não é obrigatório o uso de imagens em todas as matérias, e nós acreditamos que elas só fazem sentido quando realmente agregam valor aquele conteúdo. Evite também usar muitas imagens num só texto, por que ele poderá ficar parecendo uma galeria de imagens.

Leituras Recomendadas

Useit.comSite do Jakob Nielsen, o papa da usabilidade na web – O site possui uma série de artigos interessantes sobre usabilidade;

Tableless.com.brSite do Diego e do Élcio sobre implementações Tableless (sem tabelas) – Tableless é um método de construir sites, usando os Padrões Web (Web Standards) como guia. Usamos CSS para a formatação das informações apresentadas nos arquivos de marcação de texto, se preferir, arquivos HTML ou XHTML.

Don´t Make me Think – A Common Sense Approach to Web Usability, de Steve Krug – Referência indispensável para entender como estruturar conteúdo e layout;

Design para quem não é designerRobin Willians – O livro introduz ao design e a diagramação, através dos 4 princípios básicos do design: proximidade, alinhamento, repetição e contraste. Usando exemplos de “antes” e “depois”, estimula o leitor a fazer suas próprias experiências. Traz também o básico sobre: tipologia, serifa, estilo, peso, tamanho.

Este documento também pode ser baixado na íntegra diretamente do site da Toaster, aqui.