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quarta-feira, 6 de agosto de 2008

Software + Serviços no FTP 2008

Acabei de fazer uma apresentação no I FTP - Festival de Tecnologia de Petrópolis sobre o tema de Software = Serviços. A palestra foi um interessante contraponto sobre a babel de nomenclaturas de TI quando o negócio é tecnologia usando a internet. Como prometi, aqui estão os slides. Para fazer download é só clicar ir aqui.

Obrigado a todos que puderam participar.

sexta-feira, 6 de junho de 2008

Aviso!

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Não adianta mais. Eu preciso falar com você. É algo mais forte que eu:

1. Eu sei quem você é!

2. Eu sei o que você está fazendo.

3. Eu sei o que você está procurando.

4. Sei também as pessoas que você conhece.

5. Sei para quem você escreve.

6. Já sei onde você está.

7. Já vi o seu rosto.

8. Seus documentos estão comigo.

9. E as coisas que você está lendo também.

10. E tudo é meu, para eu fazer o que eu quiser

É melhor se comportar! Duvida?

1. Google Account

2. Google Search, Google Account

3. Google Search

4. Orkut, Gmail

5. Gmail

6. Google Maps, Google Earth

7. Orkut, Picasa Web Albuns

8. Google Docs

9. Google Reader

10. TOS - Terms of Service, termos de serviço.

Atenciosamente,

Google.

quarta-feira, 7 de maio de 2008

Mais da nuvem...

O Jornal da Globo acabou de fazer uma apresentação sobre o conceito "computação nas nuvens" ou cloud computing. Na matéria eles falaram um pouco das iniciativas do pessoal do Google neste sentido.

Quem é da área já sabe que as iniciativas deles são muito legais. Quero mostrar então as iniciativas da Microsoft neste sentido. Vejam o vídeo sobre o Live Mesh, ou seja, sincronizando a vida...

Qual é a infra-estrutura tecnológica necessária para suportar isto tudo?

  • 2 bilhões de buscas na internet por mês
  • um índice de 20 bilhões de documentos e 400 milhões de imagens
  • no MSN, 550 milhões de usuários
  • 1 bilhão de autenticações Live Id por mês
  • 8.2 mensagens instantâneas pelo MSN por dia!
  • 10.000 novos servidores adicionados por mês...

Dêem uma olhada na apresentação de Debra Chrapaty. Agora me respondam:

Em quanto tempo a Microsoft chega pra brigar? Eles vão acelerar, agora que parece que não vão levar o Yahoo?

segunda-feira, 28 de abril de 2008

Twitter - de novo...

Já falei outro dia do Twitter, não foi? Bom, vou falar de novo. e só duas coisas...

Primeiro, eu concordo que é uma coisa complicada - mas somente a primeira vista. Abaixo um pequeno vídeo desenvolvido pelo pessoal do Fazer o Quê, que apareceu num post legal do Inagaki sobre como esta coisa funciona:

Segundo, acho importante dizer algumas coisas que eu consegui nos primeiros dias de twittagem:

  • Informações técnicas em primeira mão - recebi novidades tecnológicas em primeira mão, que não sairam antes em lugar nenhum;
  • Consegui acompanhar o trabalho de algumas pessoas interessantes - e ao mesmo tempo - achei menos interessantes algumas pessoas que eu acompanhava o trabalho;
  • Conheci o pensamento e as ações de gente que eu não conehcia direito;
  • Vi coisas engraçadas e gente pagando mico.
  • Já consegui fazer mais gente começar a Twittar, menos o Cacilhas...

Então, fica a dica novamente, e se twittar, não deixe de me seguir.

sexta-feira, 25 de abril de 2008

Web 2.0 na Estácio!

O pessoal da Estácio (Valeu China!) me convidou para dar uma palestra lá. Abaixo apresento os slides da palestra sobre Web 2.0:

segunda-feira, 7 de abril de 2008

Hard Zoom Café

O pessoal do Hard Rock Café (aquele que tem também no Cittá América, na Barra, no Rio de Janeiro) criou uma aplicação bastante interessante baseada no Silverlight, da Microsoft.

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Com a aplicação, você consegue dar cliques e ir dando zoom na coleção Memorabilia do Hard Rock Café, que tem relíquias ou colecionáveis de diversos artistas, tais como The Beatles, Elton John, Elvis Presley, etc. Mais uma sacada na linha tecnologia nova + interesse das massas = adesão acelerada.

O desafio agora é o seguinte: ache a imagem acima! Ela está lá, só tem que dar bastante zoom... No lugar certo... ;-) Clica aqui pra começar a procurar...

PS: Cacilhas, quer testar se o Moonlight funciona pra ver isso?

Resposta: Na fonte deste post, o Blog o UAU nosso de cada dia, de René de Paula Jr..

quarta-feira, 2 de abril de 2008

Nova tecnologia para Web e dispositivos móveis

A Microsoft criou uma tecnologia chamada SilverLight, que vem pra concorrer com o Flash, da Adobe. A vantagem é que a mesma roda em dispositivos móveis e tem recursos muito legais como por exemplo o DeepZoom.

Se você instalar o acima  (ou clicar aqui), vai ver umas fotos que eu tirei de cima do Pão de Açúcar, e com o Zoom, a partir da rolagem do mouse, vai conseguir ver até os mosquitos. A tecnologia é o DeepZoom, e eu fiz com o PhotoZoom da Microsoft.

domingo, 24 de fevereiro de 2008

Reviravolta na mídia!

O Ricardo Jordão fez um comentário interessante sobre onde vai a mídia online, baseado numa pesquisa americana. O Brasil ainda não tem dados deste tipo, mas as conclusões que podemos ver são as seguintes:

1. Os fanáticos por videos on-line não são fanáticos por televisão.

2. Um fanático por videos on-line assiste 10 vezes mais videos do que um cara que gosta de assistir videos on-line.

3. O fanático por videos on-lne, na busca de material fresco, surfa em web sites obscuros, desconhecidos pela massa internetiana e quase piratas.

4. Todos os três tipos de audiência de videos on-line visitam o YouTube. 54% das pessoas que assistem videos on-line assistem no YouTube.

5. A turma que assiste videos on-line moderamente assiste nos sites das grandes mídias, como CBS e ABC, equivalente a Globo.com e Sbt.com.br

6. Aqueles que eventualmente assistem videos na web assistem muita televisão.

7. O usuário fanático por videos on-line tem entre 18 e 24 anos.

Um fato interessante, também segundo o Ricardo, é que a mídia online não está substituindo a mídia televisão. Está nascendo um novo público, talvez, inexplorado por aquela mídia. Então, se temos um novo público, e um nova mídia (a web, o celular), talvez a maneira e a forma do conteúdo distribuido por estes meios para este público também não sejam os mesmos.

Um exemplo interessante desta mudança é  programa feito para a web - o The 9, do Yahoo, apresentado pela Maria Sansone. Usa a midia TV via web, pra falar de novidades na web. O site/programa tem anunciantes de peso, como a Pepsi. Aqui no Brasil, este tipo de tendência deve começar a se repetir em breve. É só esperar.

Abaixo os dados do Ricardo:

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sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008

Mídia e Marketing 2.0

Vocês já devem ter ouvido falar do novo filme do Indiana Jones, que estréia mundialmente em maio. Bom, vejam que bacana o que o pessoal do Yahoo Vídeo fez: aproveitou o lançamento da nova plataforma de vídeo deles e divulgou na home o vídeo do Indiana Jones 4. Bom pra todo mundo!

domingo, 3 de fevereiro de 2008

Soluções do Google e da Microsoft: que vença o melhor!

O mundo da tecnologia está mudando constantemente. A Web 2.0 (tem gente que já diz estar na Web 3.0, mas tudo bem), e toda esta movimentação que está acontecendo pós-Web 2.0, tem levado as empresas desenvolvedoras de software a oferecerem soluções coerentes com este modelo.

web20map

Aqui no Brasil, a quantidade de aplicações ainda é pequena, mas tem alguns exemplos bacanas por ai. Em síntese, quer-se focar na experiência do usuário, e que a informação possa ser acessada de qualquer lugar, de qualquer dispositivo. A também chamada computação ubíqua.

Neste mercado como um todo, um nome surge indubitavelmente: Google. Com a recente oferta da Microsoft pelo Yahoo!, volta a tona a discussão sobre se o futuro será mesmo das aplicações web ou das aplicações internet.

Para debater sobre as duas vertentes, já temos aquela famosa sopa de letrinhas já tradicional de nossa indústria, e atrás de cada uma delas, um conceito:

O primeiro deles é o Software as a Service (SaaS), uma idéia que tem sido defendida pelo Google onde o Software é oferecido como um serviço, ou como uma aplicação que roda essencialmente em um navegador. O segundo é o Software+Services (S+S), uma estratégia que tem sido comentada principalmente pela Microsoft, mas seguida também por outros, onde a internet é o caminho, e as aplicações funcionam no desktop.

Ambas estratégias tem os seus prós e contras, e não pretendo debater eles aqui. O que eu prefiro fazer é comparar os principais produtos destas empresas que seguem estas estratégias, como são o Google Apps e o Windows Office Live Small Business Basics (alguém precisa de um redutor de nomes por aí?)

Sobre o Google Apps

gpps O Google Apps (antigo Google Applications for your domain) é um conjunto de soluções básicas voltadas para pequenas empresas, que precisam usar ferramentas como correio e recursos de colaboração.

Sobre o Windows Office Live Small Business

office É um pacote que se destina a mesma coisa, e a principal diferença é que não se trata apenas de aplicativos web, mas aplicativos de desktop também.

Comparativo entre as soluções

Assim sendo, resolvi comparar as principais diferenças de cada uma das duas soluções:

Característica / Recurso

Google Apps

Windows Office Live Small Business Basics

E-mail

GMail (Personalizado)

Live HotMail (Personalizado)

Mensagem Instantânea

GTalk

Live Messenger

Agenda

Google Calendar

Live HotMail (Personalizado)

Publicador de site web

Google Page Creator

Site Designer Tool

Aplicativos Adicionais

Google Docs (Editor de Textos, Planilhas e Apresentações)

Microsoft Office Accounting Express 2008 (Software de controle financeiro em inglês)

Contas de E-mail

Sem limite pré-definido

Até 25 contas de e-mail

Tamanho da caixa postal

> 6 Gb

5 Gb

Idioma suportado na data

Português e mais 25 idiomas

Inglês

Conclusão

A oferta da Microsoft ainda não é tão abrangente como a do Google, mas possui alguns atrativos interessantes. Com a compra do Yahoo!, a Microsoft ficaria com mais atrativos ainda.

A grande questão por trás disso tudo está na capacidade de ambas empresas criarem e manterem seus produtos na linha de frente da inovação, criando tecnologia e não apenas replicando a concorrência.

Fontes: Página de comparativos de versões do Google Apps e do Windows Office Live Small Business Basics

PS: Artigo escrito usando o Google Docs e o Windows Live Writer. ;-)

quarta-feira, 6 de junho de 2007

Como criar conteúdo para a Web (Parte 2/2)

O artigo abaixo é seqüência do artigo "Como criar conteúdo para a Web" publicado neste mesmo blog. Nesta parte vamos fazer algumas considerações sobre o aspecto formal, ou seja que coisas fazer ou não na hora de inserir conteúdo na web.

Considerações sobre a forma

Houve um tempo em que as máquinas de escrever só tinham uma fonte e a única variação possível além dos maiúsculas e minúsculas era o sublinhado (que normalmente era aplicado ao documento passando novamente pela mesma área e teclando o caracter correspondente. Conforme as máquinas foram evoluindo, apareceram recursos como o itálico, o negrito (que antes também era possível, bastava dar uma paulada mais forte nas teclas que precisavam dele), e em seguida, as máquinas começaram a suportar o uso de fontes diferentes e tamanhos diferentes também. Entretanto, mesmo neste universo de possibilidades, todas elas eram limitadas ao bom senso do fabricante, que não deixava de colocar, por exemplo, fonte incoerentes entre si.

Quando vieram os computadores e os processadores de texto, com novos e poderosos recursos, começou a "festa". Cada vez se usavam mais e mais recursos no texto até que chegássemos a um bom senso que não é necessário usar mais de 2 ou 3 tipos de fonte num documento para deixarmos clara a nossa mensagem.

Na web, no entanto, além de termos praticamente as mesmas possibilidades que um usuário tem no papel, temos ainda possibilidades interessantes de multimídia, como animações, cores e sons. E como se trata de uma mídia diferente do papel, devemos ter então uma maneira de colocar as coisas também de maneira diferente. Mas é justamente aí que o caos se instaurou.

Antes de mais nada, visite o World Worst Web, um site que mostra uma dezena de erros comuns quando as pessoas fazem um site web. Este é um exemplo de um dos principais erros das pessoas que montam seu site ou colocam conteúdo na web. Elas são orientadas a recursos versus conteúdo. Elas acreditam, errôneamente, que quanto mais recursos o site tiver (leia-se por recursos: animações inúteis, flash usado desnecessariamente, calendários, previsão do tempo, chat, etc,etc) mais visitação terá. Mas a realidade é ao contrário, como já dito: o conteúdo é rei e reina soberano neste mundo da web.

Fontes (o carnaval dos tipos, cores e tamanhos)

Uma das preocupações que você deve ter são as fontes do seu texto. Em geral, todo o sistema de publicação de textos na web já trata estes aspectos para você. Por exemplo, neste blog, já estão definidas as fontes que os títulos das matérias irão aparecer e também as fontes para o corpo do texto. Estas fontes são definidas por um designer que já previamente pensou isso para nós. Cabe a nós, então, apenas escrever o texto.

Mas, a tentação é grande, eu sei. Basta ver uma barrinha de formatação de fontes e de tamanho que nós começamos a fazer as maiores barbaridades nos textos. E quando existem as opções de cores, então? É aí mesmo que o carnaval começa. Mas siga o meu conselho: resista a tentação e use somente negrito e itálico para grifar as partes importantes do seu conteúdo na web.

Um outro detalhes diz respeito a textos copiados da internet ou ainda, pior, do Microsoft Word. Por alguma razão desconhecida, o Word insere no seu conteúdo códigos de formatação obtusos que acabam comprometendo o layout pré-definido do site.

Caso seja necessário utilizar de textos destas origens, a recomendação é usar algum programa para limpar estes códigos de formatação, ou ainda, na falta deles, colar o texto primeiro no Bloco de Notas (Notepad) e em seguida colar na ferramenta de edição de textos web. Inclusive, este tipo de situação leva a outra mais interessante ainda: pode ser que o texto com estas formatações do Word ou do Internet Explorer apareçam bem quando vistas pelo próprio Internet Explorer, mas podem parecer totalmente obtusas se o seu usuário estiver usando um outro navegador, tal como o Mozilla Firefox.

Tamanho de parágrafos

Pode não parecer tão obvio, mas muita gente esquece de usar os parágrafos, criando textos de um parágrafo só ou ainda textos com parágrafos muito longos. É importante evitar este tipo de erro para não criar um material demasiadamente cansativo para o seu leitor.

Observações gerais

  • Faça uso de links em seu texto, tomando o cuidado de não deixar o visitante meio que sem saber pra onde ele está indo. Quando possível, configure para que o link abra em uma nova janela.
  • Se o texto for muito grande, faça o seguinte: divida-o em tópicos. Fica muito mais fácil a leitura e agradável. Seja claro e objetivo no que for escrever. Evite repetições, pleonasmos e etc..
  • Uma coisa que deve ser evitada são algumas expressões da internet como Qq, tc, vc. Muito cuidado na hora de usarem essas expressões. Apesar de seu uso ser comum na internet, elas não ficam bem no seu site. Evite também o uso de gírias.

Considerações sobre o uso de imagens

As imagens servem para identificar e distinguir elementos na página. Em todo o site existem dois tipos de imagens:

  • as imagens que fazem parte do conteúdo – ou seja, que estão associadas a uma página ou matéria especifica;
  • as imagens que fazem parte do layout – ou seja, as imagens que foram colocadas compondo o site como um todo;

Nos dois tipos de imagem, algumas considerações são importantes:
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Como usar corretamente as imagens

É sempre interessante usar recursos visuais (nada piscando, por favor) associados ao seu texto. As imagens colaboram com a percepção da sua idéia ou na apresentação do seu produto. Neste caso, precisamos levar em conta algumas coisas:

  • Tamanho das imagens – Sempre procure redimensionar as imagens usadas no seu site. Imagens grandes ficam inacessíveis através de conexão discada e também demonstram amadorismo na edição do conteúdo do seu site. Não tente colocar imagens do tamanho de um papel de parede num ícone ou numa imagem de índice, por exemplo. Uma boa dica de software simples e gratuito para editar imagens é o IrfanView – www.irfanview.com (disponível em vários idiomas);
  • Peso das imagens – Um tamanho de arquivo (peso) adequado para imagens na internet é de 15 a 25k – para conseguir imagens deste tamanho é necessário que um profissional use os filtros de compressão e redução corretos, obtendo o resultado desejado sem perder a qualidade;
  • Qualidade das imagens – As imagens originais devem permitir reduções. Se elas já forem pequenas demais, como poderão ser reduzidas? Além disso, imagens de má qualidade, fotografias amadoras, depõe contra a sua empresa. As imagens que estão na internet normalmente possuem baixa qualidade. Nós recomendamos que você procure fotos nos sites de fotos profissionais como por exemplo o GettyImages – www.gettyimages.com ou no semi-profissional Fotolia – www.fotolia.com – este último fornece fotos para internet a partir de USD 1,00.
  • Direitos – A maioria das imagens usadas na internet possuem direitos. Não é uma boa dica, então, sair usando imagens não licenciadas. Procure nos sites indicados, licencie corretamente as suas imagens e evite problemas posteriores.

Quando não usar imagens no seu conteúdo

Não é obrigatório o uso de imagens em todas as matérias, e nós acreditamos que elas só fazem sentido quando realmente agregam valor aquele conteúdo. Evite também usar muitas imagens num só texto, por que ele poderá ficar parecendo uma galeria de imagens.

Leituras Recomendadas

Useit.comSite do Jakob Nielsen, o papa da usabilidade na web – O site possui uma série de artigos interessantes sobre usabilidade;

Tableless.com.brSite do Diego e do Élcio sobre implementações Tableless (sem tabelas) – Tableless é um método de construir sites, usando os Padrões Web (Web Standards) como guia. Usamos CSS para a formatação das informações apresentadas nos arquivos de marcação de texto, se preferir, arquivos HTML ou XHTML.

Don´t Make me Think – A Common Sense Approach to Web Usability, de Steve Krug – Referência indispensável para entender como estruturar conteúdo e layout;

Design para quem não é designerRobin Willians – O livro introduz ao design e a diagramação, através dos 4 princípios básicos do design: proximidade, alinhamento, repetição e contraste. Usando exemplos de “antes” e “depois”, estimula o leitor a fazer suas próprias experiências. Traz também o básico sobre: tipologia, serifa, estilo, peso, tamanho.

Este documento também pode ser baixado na íntegra diretamente do site da Toaster, aqui.

quinta-feira, 17 de maio de 2007

Como criar conteúdo para a Web (Parte 1/2)

É cada vez mais comum encontrar pessoas que precisam colocar algum tipo de conteúdo na web. As pessoas estão percebendo que na web, o mais importante é o conteúdo e precisam estar “ligadas” a este mundo de uma forma consistente, seja através de um blog pessoal ou ainda através de um site corporativo de sua empresa.

Ainda assim, existem muitas idéias erradas circulando sobre o que são os blogs e o que é conteúdo na web. As pessoas, de uma maneira geral, tem conhecimento apenas de parte do todo sobre este tema. Não entrando em consideração sobre o que será escrito, podemos encontrar pelo menos duas categorias de pessoas:
  • Aquelas que não sabem o quanto é fácil colocar conteúdo na web - ou seja, pessoas que acham que o conteúdo precisa ser inserido através de comando secretos, reservados a uns poucos eleitos e que somente os "profissionais especializados" são capazes de fazê-lo. Este grupo se caracteriza pelo desconhecimento do método, ou seja, como fazer. Em outras palavras, essas pessoas tem o automóvel mas não sabem dirigir.
  • Aquelas que sabem colocar o conteúdo na web, possuem o domínio das ferramentas, mas não tem a menor idéia das considerações que deveria fazer antes de publicar qualquer conteúdo. Este grupo se caracteriza por conhecer o método, mas é extremamente carente com a prática, ou seja, sabem dirigir o automóvel, mas não sabem por qual caminho devem seguir.
Para quem ainda não sabe colocar conteúdo na web, recomendo que dêem uma olhadinha no Blogger - que é uma das ferramentas para escrever blogs... Você verá que em poucos minutos será capaz de colocar alguma coisa na web, sem a ajuda de nenhum bambambã... Apesar dos blogs parecerem complicados, não o são.

Escrever para a web não se trata mais de dominar ferramentas de edição de código HTML, e nem de enviar arquivos para o servidor, etc. Escrever para a web se trata de escrever conteúdo usando um aplicativo similar a qualquer editor de texto tradicional e publicá-lo de forma coerente e organizada para que esteja acessível por todos.

Colocar o conteúdo na web é um tema bastante extenso. Temas como usabilidade, acessibilidade e conteúdo já foram discutidas várias vezes por aí. Um dos maiores especialistas é o Jakob Nielsen, que tem escrito muito sobre o assunto no site useit.com. Nosso objetivo, no entanto, é colocar as regras básicas para publicar conteúdo na web, e não escrever um tratado sobre o assunto.

Este artigo quer ajudar aqueles que estão procurando considerações sobre como colocar corretamente conteúdo na web. E se você nunca escreveu conteúdo pra web: prepare-se - tenho certeza que mesmo que ainda não saiba disso - você está muito mais próximo de escrever para a web do que imagina. Então vamos lá:

Considerações sobre o conteúdo

Além das considerações sobre o que está escrito e das preocupações com a revisão ortográfica e gramatical, uma das nossas preocupações é como o conteúdo é organizado. Tipicamente, seja num site ou num blog, o conteúdo é organizado por seções de conteúdo ou por tags (marcadores). Todos os dois tipos de organização tem a mesma idéia de fundo, ou seja, permitir que o usuário saiba:
  • Em que área do site (ou blog) ele está;
  • Qual tipo de assunto ou área de conteúdo se refere aquela área;
  • Como está organizado o conteúdo
Antigamente era comum encontrar nos sites um ícone do tipo "mapa do site". O próprio Jakob Nielsen reconhece, que mesmo tendo um mapa, certas vezes o usuário não encontra o que procura. A falha é certamente da organização do conteúdo. E isso acontece tanto em sites pequenos quanto em sites grandes como por exemplo portais. A meta na organização de conteúdo é deixar o usuário cada vez mais consciente de onde ele está e distante da sensação de "estou perdido"...

Seções ou Tags?

Dependendo do tipo de site, o conteúdo será organizado de uma ou de outra maneira específica, como já mencionado. Nos blogs é comum o uso de Tags (Marcadores), que são como "etiquetas" que classificam o conteúdo. No sites, o conteúdo é organizado por seções e subseções. Vejamos um exemplo:

Um artigo sobre "Cuidados com cães labradores" em um site ou blog de animais, poderia ser classificado assim:
TAGS -> Cães, Labrador, Artigos, Dicas

SEÇÕES -> Artigos OU Cães Ou ainda Artigos > Cães (uma subseção de artigos sobre Cães, por exemplo)
Seja como for, esta estrutura precisa ser hierárquica e fazer sentido. Abaixo exemplo de Tags mal aplicadas ou seções mal organizadas:
TAGS -> Animais (é redundante, já que o site fala de animais), Campo, Fazenda (tudo bem, os cães labradores podem até ser mais comuns em campos e fazendas, mas isso não é claro).

SEÇÕES -> Quem somos OU Nosso animais (Quem somos não se aplica e Nossos Animais pressupõe que o leitor saiba que o autor tem um labrador, o que não é obvio.)
Se organizarmos o nosso conteúdo de maneira clara, o nosso leitor irá encontrar o conteúdo com mais facilidade, e não se sentirá perdido. Então, o contexto passa a ser uma das figuras mais importantes deste processo, mas o conteúdo é rei.

Que conteúdo?

Quando estamos escrevendo um conteúdo, devemos ter em mente o leitor a que este conteúdo se destina, ou seja QUEM é o leitor e quais as suas expectativas sobre o nosso site ou blog. Tanto no sentido do usuário (quem) quanto no conteúdo em si (o que) o contexto é relevante. Ou seja, que site estamos nos propondo criar e como fazemos disso algo que faça sentido?

O próximo passo, então, é colocar a mão na massa e escrever. O conteúdo então deverá ser escrito levando em conta:
  • Relevância - O que estamos escrevendo atende as necessidades do meu público alvo?
  • Linguagem - De que maneira vamos falar e ser ouvidos? Linguagem formal ou coloquial? Com senso de humor ou seriedade ao extremo?
  • Forma - Textos curtos ou textos longos? Links para outros conteúdos ou apenas conteúdo próprio? Parágrafos longos ou curtos?
  • Frequência de atualização - De quanto em quanto tempo meu site será atualizado e quem se encarregará disto?
Enfim, estes são pequenos aspectos sobre o conteúdo em si, mas além destes é preciso se preocupar com a forma de colocar este conteúdo online. E disso tratamos na segunda parte de nosso artigo. (Aguarde!)

Este documento também pode ser baixado na íntegra diretamente do site da Toaster, aqui.