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quarta-feira, 6 de agosto de 2008

Software + Serviços no FTP 2008

Acabei de fazer uma apresentação no I FTP - Festival de Tecnologia de Petrópolis sobre o tema de Software = Serviços. A palestra foi um interessante contraponto sobre a babel de nomenclaturas de TI quando o negócio é tecnologia usando a internet. Como prometi, aqui estão os slides. Para fazer download é só clicar ir aqui.

Obrigado a todos que puderam participar.

terça-feira, 5 de agosto de 2008

FTP 2008 !

Pessoal, estou blogando e twittando (na medida do possível) direto do I FTP - Festival de Tecnologia de Petrópolis. Apesar da oniausência (existe isso?) de blogueiros e twitteiros, as palestras estão de alto nível. Vocês podem acompanhar ao evento do meu Twitter, e vou colocar novidades aqui no blog. Estou colocando também os primeiros comentários na empresa nacional, através de alguns links abaixo.

Inaugurado ontem, o FTP teve uma intensa participação de entidades de governo e também de empresários do país. Ao contrário dos eventos de tecnologia normais, este não é um evento de venda, mas um evento para se discutir e analisar o panorama de tecnologia, no Brasil e no mundo.

Ontem a noite, o secretário-executivo do MCT (Ministério de Ciência e Tecnologia), Luiz Antonio Rodrigues Elias deixou um recado para as pessoas e empresas de TI brasileiras: há dinheiro para investimento em inovação, mas é preciso ter projetos com maturidade e consistência.

imageNo dia de hoje, a primeira palestra foi do Ben Kaufman (foto ao lado), que é o fundador da Kluster, a empresa que produz entre outros site Name This. Kaufman foi o fundador da Mophie, empresa de acessórios para iPod/iPhones. Ele contou sobre o seu processo empreendedor e criativo, e como está criando inovação na internet através de suas tecnologias.

Logo em seguida, tivemos a apresentação do Eduardo Kac, um artista plástico alucinante. Ele mostrou diversos trabalhos, bastante polêmicos. Desde coelhinhos que brilham no escuro até implantes eletrônicos nele mesmo. No mínimo, é uma oportunidade de questionar temas como ética, religião, tecnologia, fé. Ou, no mínimo, fazer você pensar o que aquele cara anda fumando... ;-)

Logo após uma apresentação dos principais CIOS do mercado de Petróleo e Gás do país, debatendo sobre desafios e prioridades estratégicas destas empresas: Shell, BR Distribuidora, Chevron (Texaco), e Petrobrás. Logo após o almoço, uma apresentação do presidente da GE Celma, Marcelo Soares, apresentando a maior exportadora de serviços do país. A empresa, sediada em Petrópolis, revisa turbinas das maiores empresas de aviação do mundo.

Finalmente, enquanto escrevo este post, uma excelente palestra do Clemente Nobrega sobre inovação e sobre dinheiro novo, Ainda há mais por vir. Quem puder, apareça!!! Mais detalhes em www.ftp2008.com.br.

imageUPDATE DO DIA:

Em seguida, houve ainda mais uma palestra seguida de um debate entre três empreendedores que já tinham conseguido fundos para seus negócios, sendo um interessante contraponto com a palestra de Ben Kaufmann: André Fonseca do grupo Virtus, Bruno Lessa, da Fábrica Digital e Sérgio Cabral, da Idea Valley.

Os três ressaltaram o desafio de empreender no Brasil, onde a cultura não estimula o empreendedorismo. Cada um com diversos caminhos conseguiu fazer a empresa crescer, através de investimentos privados e de governo.

No final da noite fui com o André e o Bruno e uma galera da Virtus numa performance alucinante de Luis DuVa, que ocorreu na Sala Manoel Bandeira, como parte do Festival de Tecnologia de Petrópolis. 

Em síntese, o cara usa o equipamento ao lado para fazer uma composição ao vivo de som, imagem e textos, gerando um resultado que não deixa ninguém apático.

Como minhas impressões sobre a performance foram intensas como a mesma, publiquei lá no meu outro blog, o Coisa Fácil. Clica aqui pra ler lá.

sexta-feira, 6 de junho de 2008

Aviso!

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Não adianta mais. Eu preciso falar com você. É algo mais forte que eu:

1. Eu sei quem você é!

2. Eu sei o que você está fazendo.

3. Eu sei o que você está procurando.

4. Sei também as pessoas que você conhece.

5. Sei para quem você escreve.

6. Já sei onde você está.

7. Já vi o seu rosto.

8. Seus documentos estão comigo.

9. E as coisas que você está lendo também.

10. E tudo é meu, para eu fazer o que eu quiser

É melhor se comportar! Duvida?

1. Google Account

2. Google Search, Google Account

3. Google Search

4. Orkut, Gmail

5. Gmail

6. Google Maps, Google Earth

7. Orkut, Picasa Web Albuns

8. Google Docs

9. Google Reader

10. TOS - Terms of Service, termos de serviço.

Atenciosamente,

Google.

quarta-feira, 4 de junho de 2008

Redes Sociais

Acabei de participar de um bate papo aqui no TechEd com o Rob Howard, presidente da Telligent sobre redes sociais. É muito bacana ver uma seção sobre este assunto num evento da Microsoft.

O contexto do papo começou muito na linha do Cluetrain Manifesto, que em resumo diz que já estão existindo conversas em todos os lugares (e também na web) sobre os produtos e serviços das empresas. Como então as empresas podem fazer parte destas conversas, escutando e contribuindo?

Uma das respostas para isso são as redes sociais, tais como Facebook (o Orkut dos americanos), Youtube, Blogs, Wikis, etc. Estas ferramentas são uma maneira que as empresas podem escutar mais claramente o mercado e com base nestas informações, tomar até mesmo decisões de negócios.

Os segmentos de maior atividade empresarial nas redes sociais hoje são Mídia, Entretenimento e Tecnologia. Faz sentido, já que são os que mais se envolvem com o tipo de inovação trazida pela onda das redes sociais: conteúdo, informação e tecnologia.

O bate papo foi bastante interessante para ver o que as pessoas de grandes empresas aqui nos EUA estão pensando sobre o uso das redes sociais nas empresas. Abaixo algumas das preocupações da turma:

  • Aspectos legais - como ter controle sobre o que os funcionários estão colocando nos blogs? Como evitar que haja vazamento de informações? É compreensível que aqui nos EUA haja uma atenção com este detalhe. Aqui é um país onde a pessoa sobe no caixote pra reclamar e que a justiça costuma funcionar. A recomendação é definir uma política para blogs, informando o que pode ou não ser publicado. Mais que isso, a empresa pode se aliar ao funcionário blogueiro e fazer dele um porta-voz oficial da empresa frente ao mercado.
  • Aspectos técnicos - implementar em casa? hospedar em serviços externos? Aqui existem muitas empresas que prestam serviços (SaaS - Software as a Service) para redes sociais. Mas, como o Rob trabalha com muitas empresas que preferem ter seus dados hospedados por eles mesmos, e tem um produto nesta linha, este foi o modelo comentado. Na prática não faz diferença, desde que o parceiro escolhido pela empresa tenha uma boa reputação e seu datacenter seja confiável.
  • Aspectos de negócio - como definir uma estratégia para uma rede social corporativa? Como mensurar resultados? A preocupação por ROI sempre foi tema deste tipo de conversa. Os céticos presentes acreditavam que apenas poderia se mensurar resultado através de retorno em marca (Brand Equity), o que não é totalmente verdade. As redes sociais podem ser um espaço para não deixar no vácuo aquelas conversas que já estão acontecendo.

Pra quem está querendo saber um pouco mais, recomendo o livro do Fábio Cipriani, Blog Corporativo - ele dá bastante idéia de por onde sua empresa pode começar: um blog. Inclusive, é muito mais contextualizado para a nossa realidade brasileira.

Ultima palestra de Bill Gates, CEO da Microsoft

clip_image002Bill Gates fez sua última aparição pública como CEO da empresa hoje no TechEd Developers 2008. A partir de 1º de Julho ele não vai estar mais no dia a dia da empresa, apesar de continuar sendo o Chairman. Ele vai agora se dedicar a cuidar mais intensivamente da Bill and Melinda Gates Foundation.

Na palestra ele recordou um pouco do passado, passou uma versão ampliada do vídeo do Bill Gates (último dia na Microsoft) e falou um pouco do panorama geral das tendências da tecnologia e para onde a Microsoft está indo.

Vamos então ao resuminho da keynote, direto daqui da Flórida. A idéia é apenas comentar os pontos principais. Aos amigos marketeiros, um aviso: lá vem tecniquês...

Technology Megatrends

Estas são as 6 principais tendências do mercado de tecnologia:

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Com base nisso, Bill Gates falou da evolução da tecnologia nos últimos anos e apontou que em 2010 haverão mais mobile devices que PCs. Ele fala em seguida das oportunidades para os desenvolvedores, separadas em 3 categorias:

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1 - Apresentação – que diz respeito a apresentação dos dados na web ou do desktop, por exemplo, através do uso de aplicações como o Windows Presentation Foundation e Silverlight:

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2 - Lógica de Negócios – Leia-se BI, Business Intelligence (BizTalk Services/Server) e

3 - Data – Banco de dados com maior poder para o usuário (SQL 2008)

clip_image010Novidades com relação a produtos:

· Internet Explorer 8 Beta 2 - Próximo release público em agosto.

· Silverlight 2.0 Beta 2 - Próximo beta no fim da semana

Bom humor

Foi exibido novamente o vídeo do último dia do Bill Gates na Microsoft, mas desta vez uma versão extendida. Ele falou também do Microsoft Robotics, onde apresentou o SteveBot, um robô com a cara do Steve Ballmer que ficou gritando Developers! Developers! Developers!

Bill Gates ainda respondeu umas várias perguntas do público e foi bastante aplaudido.

quinta-feira, 29 de maio de 2008

Aplicações de sucesso na web

Uma das mais realistas e interessantes palestras sobre negócios na Web que eu vi recentemente. David Heinemeier Hansson, criador do Ruby on Rails framework e parceiro da 37Signals da alguns insights sobre a criação de uma startup na webque seja lucrativa. Bem pé-no-chão.


Via BizRevolution

quarta-feira, 7 de maio de 2008

Mais da nuvem...

O Jornal da Globo acabou de fazer uma apresentação sobre o conceito "computação nas nuvens" ou cloud computing. Na matéria eles falaram um pouco das iniciativas do pessoal do Google neste sentido.

Quem é da área já sabe que as iniciativas deles são muito legais. Quero mostrar então as iniciativas da Microsoft neste sentido. Vejam o vídeo sobre o Live Mesh, ou seja, sincronizando a vida...

Qual é a infra-estrutura tecnológica necessária para suportar isto tudo?

  • 2 bilhões de buscas na internet por mês
  • um índice de 20 bilhões de documentos e 400 milhões de imagens
  • no MSN, 550 milhões de usuários
  • 1 bilhão de autenticações Live Id por mês
  • 8.2 mensagens instantâneas pelo MSN por dia!
  • 10.000 novos servidores adicionados por mês...

Dêem uma olhada na apresentação de Debra Chrapaty. Agora me respondam:

Em quanto tempo a Microsoft chega pra brigar? Eles vão acelerar, agora que parece que não vão levar o Yahoo?

segunda-feira, 7 de abril de 2008

Hard Zoom Café

O pessoal do Hard Rock Café (aquele que tem também no Cittá América, na Barra, no Rio de Janeiro) criou uma aplicação bastante interessante baseada no Silverlight, da Microsoft.

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Com a aplicação, você consegue dar cliques e ir dando zoom na coleção Memorabilia do Hard Rock Café, que tem relíquias ou colecionáveis de diversos artistas, tais como The Beatles, Elton John, Elvis Presley, etc. Mais uma sacada na linha tecnologia nova + interesse das massas = adesão acelerada.

O desafio agora é o seguinte: ache a imagem acima! Ela está lá, só tem que dar bastante zoom... No lugar certo... ;-) Clica aqui pra começar a procurar...

PS: Cacilhas, quer testar se o Moonlight funciona pra ver isso?

Resposta: Na fonte deste post, o Blog o UAU nosso de cada dia, de René de Paula Jr..

sexta-feira, 14 de março de 2008

O futuro começa aqui

Não sei quem disse a frase acima, mas é verdade. Bom, a Microsoft fez um vídeo incrível sobre o uso de algumas tecnologias aplicadas, por exemplo, na área médica. Vejam o que seria o mundo conectado e como poderiam ser os hospitais.

Via Google Discovery.

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008

Evento Microsoft envolvendo a comunidade!

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A Microsoft está fazendo, dia 15 de março,  um evento chamado Heroes Community Launch, que será um evento nacional para a divulgação das novas versões do Windows Server 2008, SQL Server 2008 e Visual Studio 2008. O evento vai acontecer simultaneamente em diversas cidades do país (capitais e interior). Os eventos serão divididos em 2 partes:

1. General Session: comum a todos os eventos. A Microsoft realizará uma sessão de 45 minutos, com a participação de seus especialistas, para a apresentação inicial dos produtos. Haverá posteriormente uma sessão de 15 minutos para Perguntas e Respostas. Esta sessão será transmitida para todo Brasil sob a forma de webcast, e todas as audiências assistirão simultaneamente à sessão e poderão participar da rodada de perguntas.

2. Technical Tracks: individual para cada evento. Após a General Session, cada grupo de usuários, através de seus líderes ou de palestrantes por eles selecionados, oferecerá o conteúdo técnico do evento. Serão apresentações adaptadas por cada grupo, porém com base em um material

O que chama a atenção neste evento é a uma das maneiras que a empresa escolheu para divulgação, realização e promoção do mesmo: através de blogs e das comunidades locais de usuários da Microsoft.

O modelo é super adequado, já que envolve na organização as pessoas que tem contato com o público potencial do mesmo. Chamo atenção para a divulgação do MeioBit, feita pelo Dennes.

Eu estarei num deles! ;-)

Via: MeioBit

domingo, 24 de fevereiro de 2008

Reviravolta na mídia!

O Ricardo Jordão fez um comentário interessante sobre onde vai a mídia online, baseado numa pesquisa americana. O Brasil ainda não tem dados deste tipo, mas as conclusões que podemos ver são as seguintes:

1. Os fanáticos por videos on-line não são fanáticos por televisão.

2. Um fanático por videos on-line assiste 10 vezes mais videos do que um cara que gosta de assistir videos on-line.

3. O fanático por videos on-lne, na busca de material fresco, surfa em web sites obscuros, desconhecidos pela massa internetiana e quase piratas.

4. Todos os três tipos de audiência de videos on-line visitam o YouTube. 54% das pessoas que assistem videos on-line assistem no YouTube.

5. A turma que assiste videos on-line moderamente assiste nos sites das grandes mídias, como CBS e ABC, equivalente a Globo.com e Sbt.com.br

6. Aqueles que eventualmente assistem videos na web assistem muita televisão.

7. O usuário fanático por videos on-line tem entre 18 e 24 anos.

Um fato interessante, também segundo o Ricardo, é que a mídia online não está substituindo a mídia televisão. Está nascendo um novo público, talvez, inexplorado por aquela mídia. Então, se temos um novo público, e um nova mídia (a web, o celular), talvez a maneira e a forma do conteúdo distribuido por estes meios para este público também não sejam os mesmos.

Um exemplo interessante desta mudança é  programa feito para a web - o The 9, do Yahoo, apresentado pela Maria Sansone. Usa a midia TV via web, pra falar de novidades na web. O site/programa tem anunciantes de peso, como a Pepsi. Aqui no Brasil, este tipo de tendência deve começar a se repetir em breve. É só esperar.

Abaixo os dados do Ricardo:

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sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008

Mídia e Marketing 2.0

Vocês já devem ter ouvido falar do novo filme do Indiana Jones, que estréia mundialmente em maio. Bom, vejam que bacana o que o pessoal do Yahoo Vídeo fez: aproveitou o lançamento da nova plataforma de vídeo deles e divulgou na home o vídeo do Indiana Jones 4. Bom pra todo mundo!

domingo, 3 de fevereiro de 2008

Soluções do Google e da Microsoft: que vença o melhor!

O mundo da tecnologia está mudando constantemente. A Web 2.0 (tem gente que já diz estar na Web 3.0, mas tudo bem), e toda esta movimentação que está acontecendo pós-Web 2.0, tem levado as empresas desenvolvedoras de software a oferecerem soluções coerentes com este modelo.

web20map

Aqui no Brasil, a quantidade de aplicações ainda é pequena, mas tem alguns exemplos bacanas por ai. Em síntese, quer-se focar na experiência do usuário, e que a informação possa ser acessada de qualquer lugar, de qualquer dispositivo. A também chamada computação ubíqua.

Neste mercado como um todo, um nome surge indubitavelmente: Google. Com a recente oferta da Microsoft pelo Yahoo!, volta a tona a discussão sobre se o futuro será mesmo das aplicações web ou das aplicações internet.

Para debater sobre as duas vertentes, já temos aquela famosa sopa de letrinhas já tradicional de nossa indústria, e atrás de cada uma delas, um conceito:

O primeiro deles é o Software as a Service (SaaS), uma idéia que tem sido defendida pelo Google onde o Software é oferecido como um serviço, ou como uma aplicação que roda essencialmente em um navegador. O segundo é o Software+Services (S+S), uma estratégia que tem sido comentada principalmente pela Microsoft, mas seguida também por outros, onde a internet é o caminho, e as aplicações funcionam no desktop.

Ambas estratégias tem os seus prós e contras, e não pretendo debater eles aqui. O que eu prefiro fazer é comparar os principais produtos destas empresas que seguem estas estratégias, como são o Google Apps e o Windows Office Live Small Business Basics (alguém precisa de um redutor de nomes por aí?)

Sobre o Google Apps

gpps O Google Apps (antigo Google Applications for your domain) é um conjunto de soluções básicas voltadas para pequenas empresas, que precisam usar ferramentas como correio e recursos de colaboração.

Sobre o Windows Office Live Small Business

office É um pacote que se destina a mesma coisa, e a principal diferença é que não se trata apenas de aplicativos web, mas aplicativos de desktop também.

Comparativo entre as soluções

Assim sendo, resolvi comparar as principais diferenças de cada uma das duas soluções:

Característica / Recurso

Google Apps

Windows Office Live Small Business Basics

E-mail

GMail (Personalizado)

Live HotMail (Personalizado)

Mensagem Instantânea

GTalk

Live Messenger

Agenda

Google Calendar

Live HotMail (Personalizado)

Publicador de site web

Google Page Creator

Site Designer Tool

Aplicativos Adicionais

Google Docs (Editor de Textos, Planilhas e Apresentações)

Microsoft Office Accounting Express 2008 (Software de controle financeiro em inglês)

Contas de E-mail

Sem limite pré-definido

Até 25 contas de e-mail

Tamanho da caixa postal

> 6 Gb

5 Gb

Idioma suportado na data

Português e mais 25 idiomas

Inglês

Conclusão

A oferta da Microsoft ainda não é tão abrangente como a do Google, mas possui alguns atrativos interessantes. Com a compra do Yahoo!, a Microsoft ficaria com mais atrativos ainda.

A grande questão por trás disso tudo está na capacidade de ambas empresas criarem e manterem seus produtos na linha de frente da inovação, criando tecnologia e não apenas replicando a concorrência.

Fontes: Página de comparativos de versões do Google Apps e do Windows Office Live Small Business Basics

PS: Artigo escrito usando o Google Docs e o Windows Live Writer. ;-)

sexta-feira, 28 de dezembro de 2007

O melhor e o pior da TI em 2007

A Folha realizou uma pesquisa com 27 especialistas de tecnologia do Brasil e do mundo (de blogueiros a CEOs), para selecionar os melhores e os piores da tecnologia em 2007. A reportagem completa está aqui.

Abaixo alguns comentários sobre o melhor e o pior, que são antagonicamente, o iPhone e o Windows Vista, ou seja, dois produtso com características de inovação.

O pior: Microsoft Windows Vista

Ainda não tive a oportunidade de usar o Windows Vista, mas a primeira impressão é que o sistema está tentando fazer o que o Mac OS já faz há algum tempo.

Mas acho que existem novidades além da interface, na própria concepção do sistema operacional. Mas também tenho certeza que não é este o fator mais importante quando os clientes estão procurando um sistema operacional.

O Windows Vista, o novíssimo sistema operacional da toda-poderosa Microsoft, foi considerado o pior produto de informática do ano por um eclético júri de especialistas brasileiros e estrangeiros ouvidos pela Folha ao longo deste mês. O resultado da escolha dos 27 jurados ecoa a seleção da revista norte-americana "PC World", que considerou o Vista a grande decepção do ano, e outras listas da imprensa especializada.

Apesar das vendas fabulosas --no ano fiscal de 2007, a Microsoft vendeu mais de 55 milhões de licenças do Vista--, houve forte reação desfavorável. E a Microsoft acabou aceitando o downgrade --a desatualização, a volta atrás: se você comprar um PC com Vista e não gostar, pode trocar o sistema pelo antigo Windows XP.

A própria Microsoft avalia: "Francamente, o mundo não estava 100% pronto para o Windows Vista", disse o vice-presidente corporativo da empresa, Mike Sievert, em entrevista à imprensa dos EUA.

O melhor: Apple iPhone

Conheci outro dia um cara que tem 5 iPhones e desenvolve aplicações para iPhones. O aparelhinho é fantástico, apesar de ter também um grande quantidade de restrições (nada que não seja contornável) ;-)

As empresas de telefonia estão fazendo fila para terem aqui no país a possibilidade de vender o iPhone. Basta agora acertarem no preço.

Longas filas de espera e preços salgados não impediram que o iPhone, da Apple, e o Wii, da Nintendo, fossem eleitos pelo júri da Folha como os melhores produtos de 2007, conquistando consumidores aficionados por tecnologia e dispostos a investir em gadgets de entretenimento. Os equipamentos receberam 14 votos e 7 votos, respectivamente.

Lançado no meio deste ano nos EUA (e sem previsão de chegar oficialmente ao Brasil), o iPhone se tornou alvo de hackers, que desbloquearam o aparelho, permitindo que ele funcionasse com outras operadoras que não a AT&T. Preço alto, conexão 2.5G e contrato vinculado foram criticados. Mas o design arrojado da Apple, a tela sensível ao toque e a multifuncionalidade do aparelho --que tem câmera fotográfica e MP3 player, navega na internet e, claro, faz ligações-- conquistaram os usuários.

"O iPhone inaugurou uma nova era em usabilidade de smartphones", diz Manoel Lemos, do BlogBlogs. "Bola fora por ainda estar bloqueado na maioria dos países", completa.

Conclusão

O que a Microsoft precisava fazer para ter os seus clientes 100% prontos para o Vista? O mundo estava pronto para o iPhone? O que a Apple fez para o mundo estar pronto para o iPhone? E o que Marketing tem a ver com isso tudo?

terça-feira, 18 de dezembro de 2007

Sua tecnologia é relevante?

Já tem um bom tempo que eu comecei a pesquisar sobre o OpenID, e tem também algum tempo que eu coloquei um artigo sobre o que se trata aqui neste mesmo blog. Quero falar de novo sobre o OpenID, mas sobre o aspecto da adoção da tecnologia.

Em síntese, o OpenID vem resolver o problema dos múltiplos logins e senhas para acessar diversos sites na internet. A idéia é usar um endereço único que seja validado externamente e repasse informações sobre você para o site que você quer acessar.

Ou, para exemplificar mais ainda, a autenticação é feita com base na relação de confiança: José conhece e confia na Maria, que conhece e confia no João. Logo, José confia no João. Assim, um site que você nunca acessou antes pega informações de um site que você indica e valida através de sua senha nele.

Existem várias tecnologias que fazem a mesma coisa, como SAML 1.0, Liberty ID-FF, SAML 2.0, Liberty WSF, Shibboleth, CardSpace, Higgins, e etc, mas o OpenID é o mais popular.

A iniciativa OpenID é liderada pela JanRain, e neste mês acaba de ganhar um aliado de peso: todo site hospedado no Blogger aceita agora autenticação OpenID. Ou seja, com isso, se você tem OpenID, mas não tem conta no Google, pode autenticar-se para validar seus comentários usando OpenID.

Apesar de existirem várias plataformas, várias tecnologias para atingir um mesmo objetivo, o que faz com que os usuários prefiram uma tecnologia ou a outra?

Existe uma plataforma similar ao OpenID, desenvolvida pela Microsoft, chamada CardSpace. Conceitualmente a idéia é muito parecida (não me perguntem quem veio primeiro, por que eu não faço idéia) porém a diferença está na concepção e nos resultados: O OpenId é um protocolo aberto, do qual ninguém é dono. O CardSpaces é uma iniciativa proprietária da Microsoft.

Duas semanas atrás estive pessoalmente com Ani Babaian, que é uma das pessoas da Microsoft tratando do tema de identidades e fiz algumas perguntas. Eu estava realmente curioso em entender o que leva os usuários a preferirem uma tecnologia a outra, neste caso.

A primeira, era sobre a diferença das plataformas: é tudo muito parecido mesmo (já vi isso antes). Uma das diferenças apontadas por ela é apenas que o CardSpace permite que eu coloque um certificador no meio do processo de validação, garantindo que eu seja quem eu digo que sou. Quando eu perguntei eu não sabia, mas o OpenID também tem isso.

A segunda pergunta, mais relevante, era sobre quantos sites, serviços ou provedores suportam CardSpace: neste caso a resposta foi tão insignificante que prefiro não comentar. Procure no site do CardSpace você mesmo e depois me conte. O OpenID tem (tinha) mais de 2000 sites, e acaba de ganhar um aliado de peso nesta conta, o Blogger, do Google.

E a terceira foi algo mais ou menos assim: "bom, já que o OpenID está indo tão bem, qual seria o futuro do CardSpace?" E ela me respondeu, que em algum momento no futuro, as tecnologias irão se encontrar.

Fica a pergunta: o que é preciso para definir os padrões que os consumidores/usuários irão escolher na internet? Como é definido que tecnologia é usada para uma coisa ou outra? Como uma empresa pode definir padrões? Basta ser uma das maiores empresas de software do mundo?

Bom, pra finalizar, o pessoal do OpenID acaba de anunciar que o MyOpenID (um dos principais sites de autenticação, também da JanRain) agora também suporta CardSpace.

PS: Quer um site excelente sobre identidade? Visite o blog do Kim Cameron, o Identity Weblog

domingo, 25 de novembro de 2007

Blogs Corporativos, a revolução...

Hoje, 17 de dezembro, os blogs comemoram 10 anos de vida. Foi em 1997 que Jorn Barger cunhou o termo "weblog" para descrever a lista de links que mostrava a sua navegação pela web. No conceito de Jorn, o blog seria como é hoje um del.icio.us.

Felizmente, o conceito evoluiu e se transformou numa ferramenta de expressão pessoal e corporativa na internet. Em ambos os casos, os blogs tornam possível que as conversações existentes sobre qualquer tema possam também ser compartilhadas e encontradas por pessoas com interesses em temas afins. Em 2005, quase três anos atrás, os blogs deixaram de ser uma ferramenta de adolescentes e começaram a fazer parte do mundo corporativo: a BusinessWeek publicou um artigo de capa sobre o assunto, chamando atenção para a relevância do uso dos blogs nas empresas.

A principal revolução, que impacta na vida de todos, é permitir que as pessoas possam assumir um papel protagonista no relacionamento entre elas, empresas, instituições e etc. Redes sociais, compartilhamento de arquivos e informações, e também os blogs, fotologs e videologs são também algumas das características desta mudança de paradigma.

Tim O´Reilly consegue colocar um divisor de águas quando delimita esta nova visão do mundo com o conceito de Web 2.0, e suas diversas aplicações e expressões. Mesmo que ainda não sejam 100% claros os limites entre Web 1.0 e Web 2.0 percebem-se novos conceitos, ferramentas e principalmente a maneira que as pessoas se relacionam. Existem alguns vídeos que ilustramn um pouco mais sobre tudo isso, como o The Machine is Us/ing Us ou o vídeo do Rafinha, feito no Brasil.

O impacto desta mudança é destacado em The Cluetrain Manifesto, the end of business as usual. No livro os autores dão algumas dicas sobre o poder destas conversações e de como será o mercado e como é o comportamento do novo consumidor dentro desta nova realidade. Em síntese, as empresas não serão conhecidas apenas pelo que elas dizem delas mesmas, mas principalmente através da amplificação do que o mercado tem a dizer sobre estas empresas. E os blogs são certamente um dos eixos fundamentais deste processo. Segundo o Technorati, cerca de 120 mil novos blogs são criados por dia, representando um aumento no interesse por este novo tipo de comportamento e comunicação.

Seguindo ainda nesta linha, e após ler o artigo do O´Reilly, temos duas impressões: a primeira é que uma das empresas mais Web 2.0 do planeta é o Google. A segunda é que as empresas (em especial as de tecnologia) vão precisar correr atrás do prejuízo, ou seja, estarem por dentro do que significa a Web 2.0. É é isso que as empresas e pessoas estão fazendo.

Recentemente, o Fábio Cipriani, autor do livro Blogs Corporativos, publicou uma relação das 14 empresas mais blogueiras. A relação me surpreendeu principalmente por trazer com principal empresa blogueira a Microsoft, muitíssimo distante de todas as outras (fora a Sun), e principalmente, tão distante do Google:
  1. Microsoft - 4500 blogs
  2. Sun Microsystems - 3778 blogs
  3. ThoughtWorks - 152 blogs
  4. SAP - 147 blogs
  5. IBM - 140 blogs
  6. Adobe - 118 blogs
  7. Google - 83 blogs
A Microsoft está certa. É preciso estar lá. É preciso marcar presença. Estamos num processo irreversível que está levando as empresas e as pessoas a conduzirem conversações na web sobre você, sua empresa e sobre os seus produtos. E neste ritmo, ou você está no controle do que está acontecendo ou está a deriva.

Quando você ou sua empresa (ou ambos) vão ter um blog?

PS: O artigo de Tim O´Reilly sobre Web 2.0 tem também uma versão em português aqui e também um vídeo curtinho em inglês sobre o tema aqui.

terça-feira, 23 de outubro de 2007

Mudando paradigmas profissionais

Cada dia mais percebemos que os modelos de ensino formal precisam ser adaptados e repensados para fazer frente as mudanças estão ocorrendo no mundo. A mudança sempre foi uma característica dos tempos, mas nunca a mudança se deu de maneira tão rápida como nos últimos 10 anos.

Daqui a 10 anos o mercado vai demandar profissionais para carreiras que ainda não existem hoje. Ou seja, nossas escolas e universidades não estão formando pessoas para estas profissões. Já existe algum curso de programação para iPhone, o para o novo iQualquerCoisa que a Apple ainda vai inventar?

Além disso, outro aspecto que tende a cair em desuso é o próprio vestibular. Será que em 10 anos será este o modelo de avaliação das instituições de ensino? Provavelmente não. A formação então, não deverá preocupar-se tanto com uma abordagem "conteúdista", mas principalmente com a formação humana e pessoal, buscando criar e desenvolver as habilidades e valores que farão os profissionais desta nova geração terem sucesso.

Todo este discurso aí de cima para ilustrar o trabalho que faz um colega meu, o Adalberto da Pieve. Ele trabalha para uma empresa que, entre outras coisas, ajuda as empresas a vender anúncios. O trabalho dele? Entre outras coisas, escrever campanhas para o Google Ads!

Google Ads são aqueles pequenos anúncios de texto que aparecem ao lado de algumas buscas que você faz no Google. São anúncios contextualizados com o que você está procurando: se você coloca na busca a palavra livros, por exemplo, os anúncios óbvios são o de livrarias.

Pode parecer simples, mas escrever um anúncio do Google precisa de uma estratégia! Precisa de Marketing! Precisa se diferenciar dos outros! Se a mensagem comunica corretamente o que se vende, de uma forma atrativa e leva o cliente para a página certa, tem muito mais resultados que um anúncio não planejado.

Por exemplo, para anunciar flores, qual dos dois abaixo parece mais interessante?


Então, usando as palavras certas, um pouco de marketing e planejamento, os resultados podem ser muito melhores.

Agora, de que tipo de profissional estamos falando? Estamos falando de um profissional de tecnologia, antenado com as tendências da Web 2.0? Um publicitário experimentando novas mídias? Um gerente de marketing que sabe como aumentar o seu negócio através de campanhas? A própósito, o Adalberto é formado em música!

domingo, 9 de setembro de 2007

Mude o mundo ou vá para casa!

Eu tenho acompanhado o trabalho da Microsoft faz alguns anos. Acho que inicialmente, para mim, a Microsoft era uma empresa inovadora e desafiante. conseguia desenvolver os programas que funcionavam no meu velho 386. O mundo foi mudando e a Microsoft conseguiu uma liderança inigualável com o seu Windows. Com o market-share totalmente estabelecido e o caixa lá em cima, a empresa estacionou. Até mesmo a mesmice era a mesma mesmice de sempre. Pouca inovação. Pouca inspiração. Pouca Paixão.

O próprio dono da Microsoft, Bill Gates, escreveu um artigo publicado no jornal The Washington Post que ressalta a importância da inovação, do reinventar-se: “Por séculos, as pessoas acreditaram que o crescimento econômico resultasse de uma interação entre capital e trabalho. Hoje sabemos que esses elementos foram superados por um único fator crítico: inovação”, disse Gates.

Então, como despertar inovação em sua equipe de mais de 70 mil funcionários espalhados pelo mundo todo? Através de pequenas e simples ações! Microsoft: change the world or go home! é uma destas iniciativas.

O monstrinho azul tem sido espalhado pelos mais diversos cantos da Microsoft, a partir da experiência da Microsoft UK, e possui vários níveis de interpretação, dependendo de quem comunica ou recebe a comunicação. Segundo o autor:

"- Microsoft dizendo aos seus potenciais clientes para mudar o mundo ou ir pra casa;
- Microsoft dizendo aos seus funcionários para mudar o mundo ou ir pra casa;
- Funcionários da Microsoft dizendo aos seus colegas para mudar o mundo ou ir pra casa;
- Todos dizendo para a Microsoft mudar o mundo ou ir pra casa;
- Todos dizendo para os seus colegas mudar o mundo ou ir pra casa;
- E assim por diante!

A Microsoft tem setenta mil empregados, uma grande parte deles bem determinados a mudar o mundo, e algumas vezes, conseguindo. E milhões de clientes com a mesma idéia. Basicamente, a Microsoft está no negócio de mudar o mundo. Se eles perderem essa, devem todos irem mesmo pra casa".

O Steve Clayton, da Microsoft UK, explica um pouco mais sobre isso no YouTube. Eu acredito que grandes mudanças acontecem com pequenos passos. Quando descobrimos novas maneiras de fazer as coisas. Quando descobrimos coisas novas para fazer, quando fazemos nós mesmos de maneira diferente, estamos mudando nosso mundo, e daí em diante. Seja na Microsoft, no nosso trabalho ou ainda na nossa vida pessoal, esta frase faz todo o sentido: Mude o mundo ou vá pra casa!

Escravos de Jó...

Estava lendo o Scobleizer, do Robert Scoble, quando me deparei com uma informação curiosa: A Microsoft está fornecendo acesso wi-fi nos ônibus de seus funcionários. Eu e o Scoble pensamos a mesma coisa: Já vi isso em algum lugar, e acho que foi na Google... Na continuação, a Microsoft está lançando também no dia 26 de setembro o Windows Live Search 2.0, com várias melhorias...

Quando olhamos para a Google (a empresa) vamos observando uma direção da empresa: um número cada vez maior de aplicações online, das mais diversas. Eu acho qie já comentei algumas vezes, eu mesmo uso um monte de ferramentas do Google - como diz o meu amigo Adriano, "se alguém desligar o Google da tomada, ferrou!" Recentemente, estamos escutando os boatos do GPhone, o telefone do Google. Tudo indica que a Google será a empresa dos sistemas de rede, ou dos "sistemas operacionais" os quais usaremos.

Há um movimento meio esquisito no mercado, tal como "escravos de jó":
  • A Microsoft, rainha dos sistemas operacionais e aplicativos de escritório) quer ser uma empresa como o Google (liderar em serviços na web, tal com os serviços Live);
  • O Google, quer ser o rei do "sistema operacional" da web, um complexo de aplicações e sistemas que rodam integrados, além das iniciativas possíveis em mobile, algo parecido com o que a Microsoft é hoje...
Como sempre, desenvolver iniciativas inovadoras (ao invés de ficar correndo um atrás do rabo de outro) são a melhor estratégia: Por exemplo, a Microsoft está lançando uma ferramenta chamada Windows Live Writer, um pequeno editor offline para blogs. Ponto pra ela.

Em tempo: a Apple, quer ser cada vez mais a Apple: lançando produtos inovadores, cada vez mais desejados no mercado, com o por exemplo o novo iPod touch.

sexta-feira, 29 de junho de 2007

Enfim, uma rede social que faz sentido!

De tempos em tempos, eu recebo convites diversos para participar das "redes sociais", ou seja, sites no estilo do Orkut. A idéia por trás destes sistemas é conectar pessoas e permitir que cada um compartilhe informações sobre si mesma para seus amigos e amigos de seus amigos.

Eu já escrevi alguns artigos sobre os aspectos gerais do Orkut, em particular com relação a sua privacidade. Tem gente que coloca a vida inteira lá (só falta colocar agência, conta e senha bancária) e acha que ninguém está vendo. Bom ou ruim, o Orkut é hoje o site mais acessado no Brasil, acima de qualquer portal. Basta ir num McDonalds perto da sua casa que você verá as pessoas acessando Orkut naqueles computadores.

Se eu já achava que o próprio Orkut não fazia sentido (ok, vá lá, pode fazer algum sentido), qual seria o sentido de criarem mais e mais redes sociais como andam fazendo por ai? Eu já recebi convites para participar de tantar redes que eu nem me lembro mais de todas... Foi um tal de Gazzag, depois um tal de Multiply, hi5, e também recentemente recebo mensagens de que someone has tagged you :) ! Tem até sites onde você mesmo cria a sua rede social!!!

Então, se estas redes fazem algum sentido, deve ser pela quantidade de pessoas que elas tem, e nesse pontos nada supera o Orkut mesmo. Lembrem que nem mesmo o Uol com sua versão brazuca do Orkut com argumentos como "não dá erro", "não é lento" mudaram as pessoal de lugar. Isso em tempos em que o Orkut dava erro direto e era lento igual tartaruga...

Nas minhas navegações encontrei uma rede social que tem tudo para fazer sentido e dar muito certo aqui no Brasil. Trata-se do Geni.com - Everyone´s Related - a ferramenta é bastante simples e permite que você crie a árvore genealógica da sua família graficamente. Basta colocar uma pessoa e dizer de quem ela é filha e daí ir construindo a árvore. Se esta pessoa tiver e-mail, por exemplo, você adiciona o e-mail dela e ela mesma vai poder sair complementando esta árvore e assim o trabalho todo não fica com você.

Muitos de nós aqui no Brasil tem família ou parentes fora do país (não só pela origem, mas as vezes por alguém que debandou pra outras terras). Devo dizer que para mim que tenho mais de 40 primos diretos (a grande maioria fora do Brasil) esta ferramenta tem sido bastante útil.